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Nem todo ronco é igual, entenda como tratar o seu caso

Cada ronco é único, e assim são suas soluções. Descubra os diferentes tipos de roncos e encontre o tratamento ideal para você. Não se engane, uma abordagem individualizada é a chave para aliviar esse incômodo de vez. Entenda em qual categoria você se encaixa e descubra como cuidar dessa condição de forma eficaz e personalizada.

homem dormindo

O seu tipo de ronco


Cerca de metade da população já experimentou esse incômodo em algum momento da vida. No entanto, o ronco ainda é mais comum entre os homens, afetando cerca de 50% daqueles com mais de 60 anos!


Vamos simplificar o que acontece durante o ronco, sem entrar em termos técnicos e complicados. Basicamente, o ronco ocorre quando as vias aéreas não estão totalmente abertas, resultando em um estreitamento que causa a vibração característica. O famoso e temido ronco!


Mas você já se perguntou o que causa essa obstrução?


Bem, vários fatores podem contribuir para o ronco, e muitas vezes eles atuam em conjunto. O uso de álcool, cigarro e medicamentos sedativos pode favorecer o ronco, assim como dormir de barriga para cima e ganhar peso.


Existem também condições temporárias que podem levar ao ronco, como alergias e resfriados. Além disso, algumas questões merecem atenção especial e uma análise mais detalhada, como a asma, condições genéticas, desvio de septo e amígdalas de tamanho anormal.


Agora é o momento de conhecer mais sobre o seu caso específico. Entenda melhor quais fatores podem estar contribuindo para o seu ronco e descubra como abordar essa situação de forma mais efetiva e confortável.


Opções de tratamento do ronco


Explorando os diferentes tipos de roncos e suas intensidades variadas, existem três categorias distintas, desde o ronco ocasional até o ronco audível fora do quarto.


Com essa diversidade de roncos, os tratamentos também devem ser diferentes, e aqui na Codap contamos com especialistas do sono para orientá-los em soluções personalizadas. Desde mudanças de hábitos até intervenções cirúrgicas, tudo vai depender de um diagnóstico profissional e individualizado.


O tratamento inicial geralmente envolve abordagens conservadoras, concentrando-se no comportamento do paciente, como a perda de peso e a redução do consumo de álcool e cigarro. Em algumas situações, pode-se considerar procedimentos cirúrgicos, como a cirurgia nasal ou do palato, com uma taxa de eficácia a longo prazo em torno de 50%. Existe uma terceira opção?


A abordagem não-cirúrgica também pode ser altamente efetiva na redução da frequência do ronco. Isso inclui o uso de dispositivos intra-orais ou CPAP (Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas). Essas alternativas têm demonstrado resultados promissores e podem ser a chave para o seu alívio do ronco. Conheça!


Dispositivos mais comuns


O dispositivo intra-oral com avanço mandibular aumenta o diâmetro ântero-posterior da orofaringe. Opa, calma aí! Vamos descomplicar iisso! Em outras palavras, ele mantém a mandíbula projetada para evitar a obstrução das vias aéreas durante o sono.


Há também o dispositivo intra-oral com retenção de língua, embora seja menos comum. No entanto, o CPAP é considerado o mais eficaz para tratar o ronco primário, o que se enquadra na primeira categoria mencionada anteriormente, mas alguns pacientes relatam algum desconforto associado ao dispositivo.


E então: como tratar, de fato, o ronco?


Importância do diagnóstico profissional


O tratamento mais adequado para o seu ronco será cuidadosamente avaliado por um dentista especializado em sono, considerando sua rotina, condições de saúde e outros fatores relevantes.


Simultaneamente, adotar hábitos saudáveis pode ser um grande aliado na redução do ronco, trazendo benefícios para sua vida como um todo. Evitar o tabagismo e o consumo de álcool, bem como praticar atividades físicas regulares, são medidas que podem contribuir significativamente para melhora desse desconfortável barulho.


É crucial que o ronco seja levado a sério, não apenas como um incômodo para o parceiro durante a noite, mas também devido aos riscos associados. O ronco pode estar relacionado à apneia obstrutiva do sono (SAOS), caracterizada por breves paradas respiratórias que resultam em menor oxigenação do sangue.


Os perigos podem ser graves: a apneia do sono está associada à doenças cardiovasculares, como hipertensão arterial sistêmica, arritmias, infartos e insuficiência cardíaca congestiva.


Não deixe de procurar seu especialista do sono em Juiz de Fora aqui na Codap e tire todas as suas dúvidas.




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