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5 curiosidades sobre o ronco e como tratar essa condição

Muita gente tira sarro com quem ronca e não é difícil presenciar brigas de casais por causa desses barulhos noturnos. Brincadeiras à parte, o assunto é mais sério do que uma noite mal dormida. Conheça curiosidades sobre o ronco e quando esse estado é um sinal de alerta para evitar complicações de saúde.

Imagem: Google

Juiz-foranos roncam muito?


Se você é de Juiz de Fora ou região (assim como nós da CODAP), sabe que é comum a drástica mudança de temperatura em poucos dias. Com esse clima inconstante, a rinite, sinusite e obstruções nasais voltam a incomodar. Mas sabia que essas condições podem contribuir para o ronco?


Isso porque o ronco acontece devido ao estreitamento ou obstrução nas vias respiratórias superiores, o que dificulta a passagem do ar durante o sono e provoca a vibração dessas estruturas. Se você está com sinusite, rinite, algum quadro respiratório ou alérgico, essa obstrução pode se acentuar.


A família toda ouve o seu ronco?


Não é implicância de quem está na mesma casa que você: se o seu ronco pode ser ouvido do outro cômodo, mesmo com a porta do quarto fechada, ele pode ser considerado um ruído de alto volume!


Por isso é muito importante entender se o seu ronco é primário ou secundário. O ronco primário não é causado por nenhuma doença e pode ser ocasionado pela posição ao dormir (principalmente de barriga para cima), pela ingestão de álcool ou medicamentos, ou por questões anatômicas.


Já o ronco secundário é sinal de outras doenças, como os quadros respiratórios, obesidade, refluxo… É mais grave, e pode sinalizar a presença de Apnéia obstrutiva do sono, que promove uma parada respiratória de alguns segundos durante a noite. É um quadro importante, associado a diversas comorbidades. Ansiedade, depressão, redução cognitiva e de memória, queda imunológica, fibromialgia, hipertensão, cardiopatias, disfunção sexual, obesidade e diabetes, entre outras.

Imagem: Google

Quem ronca não percebe?


É muito comum que o roncador não repare tanto o próprio ronco, que incomoda profundamente quem está ao seu redor.


Isso porque ele pode “despertar” toda vez que perde o ar devido ao ronco - e nem se lembra no dia seguinte! Esses breves momentos podem acontecer mais de 300 vezes por noite! Como alguém realmente descansa o corpo e a mente assim?


Quem ronca tem um sono pesado?


Pelo contrário. Roncar não é sinal de sono reparador, mesmo que a pessoa não acorde totalmente com o seu próprio ronco.


Apesar de a maioria das pessoas não perceber, o ronco tende a atrapalhar o sono. Essas breves interrupções da respiração causam pequenos despertares ao longo da noite que, no dia seguinte, podem causar cansaço, irritação, dificuldade de raciocínio e perda de reflexo.


Quem ronca mais?


Depois dos 40 anos, estima-se que aproximadamente quatro em cada dez pessoas ronquem; e depois dos 60 anos esse número cresce para seis em cada dez pessoas. Ou seja, cerca de metade da população ronca em algum momento de suas vidas.


E tem mais curiosidade: o ronco é mais comum nos homens do que nas mulheres. E pode ocorrer em qualquer idade!


Além do envelhecimento e o gênero, outras questões influenciam no relaxamento da musculatura que fica na região da garganta, como tabagismo, desvio de septo, refluxo gastroesofágico, obesidade, ter um queixo retroposicionado (para trás) e amígdalas fora dos padrões.


Como tratar o ronco?


Na CODAP Juiz de Fora, o tratamento odontológico do Sono é realizado com o que há de mais moderno. Dr Daniel Ibrahim Brito é capacitado em Medicina do Sono pelo Instituto do Sono (SP), órgão de referência para o tratamento do ronco e outros diversos problemas, como desordens neuromusculares, apnéia e movimentos repetitivos (incluindo apertamento e bruxismo) que afetam o sistema bucal.



É importante que o tratamento seja feito com especialistas na odontologia do sono, como um Cirurgião-Dentista capacitado na área. Tudo começa com uma conversa a fim de conhecer o histórico e hábitos do paciente, passando pelos exames complementares e pela escolha da melhor solução para cada tipo de tratamento, seja com dispositivos (intra-oral ou CPAP) ou com a mudança de comportamentos na rotina. Existem diversos tipos de tratamento que variam com a idade e as características de cada caso. Apenas um profissional com formação específica nesta área pode indicar o melhor caminho a seguir!



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